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EE Rangel Pestana Celebra os 119 anos 

25 de junho, 2022

Galeria de fotos

EE Rangel Pestana Celebra os 119 anos
25 de junho, 2022
Homenageada com Parabéns ao som da Ilustre "Orquestra Jovem Circuito das Águas" - OJOCA

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EE"Rangel Pestana"faz 119 anos!

Hoje, 18 de junho nossa escola completa mais um ano. Teve seu inicio em 1903 e está no atual prédio desde 1915. Prédio com rica arquitetura faz parte dos prédios tombados pelo CONDEPHAAT. Foi o 2⁰ Grupo Escolar de Amparo, formou gerações de ilustres amparenses, passou por diversas reformas no ensino público e prossegue vencendo desafios. Atualmente faz parte do Programa de Ensino Integral.

Estar a frente desta escola tem um significado e, dou o nome de trabalho. Em um ano e meio de gestão realizamos diversas reformas e melhorias, da reforma dos banheiros a sala de informática, toda com cabeamento. Há muito por fazer, lidamos com dificuldades, com críticas, com depredação, com falta de respeito, mas encontramos profissionais engajados, famílias comprometidas, alunos motivados, apoio em muitos segmentos da sociedade. Tudo nos torna grandiosos , fortes, valentes em prosseguir nossa luta em nome do que acreditamos! A tudo isso dou o nome de escola, educação, base de uma sociedade, futuro de uma nação, de um país, Brasil!

Vivas ao Rangel Pestana!!!!!

Diretor Escolar Regina E.M. Endrighi

Parabéns Escola Estadual "Rangel Pestana" Amparo-SP

Rinaldo José Armellini

Um legado repleto de história, amor, dedicação e carinho!

Parabéns Escola Estadual "Rangel Pestana" Amparo-SP que comemora hoje, 119 anos. Uma das maiores alegrias em minha vida, foi homenagear o meu querido avô Nino, Ermelino Armellini (Um dos primeiros professores de Amparo, e percorria os bairros tendo o seu cavalo, como meio de transporte! Um Herói de Verdade! ) no projeto que realizei nesta querida escola! Fui aluno, em 1976, voltei em 2005 como professor, e realizei na prática, um pouco do extenso aprendizado divinamente ofertado pelo meu Mestre, e Amigo! Falamos sobre várias matérias: História, Português, Geografia, Música.. ensinei, aprendi, ..cantamos, plantamos árvores.. muito gratificante e sou muito agradecido a Deus pelo meu Avôhai... que além do lindo Legado que deixou, me deu a "Chave" para uma vida de Honestidade, Dignidade e Honra ! O ingrediente essencial para a grandeza humana é " O despertar para a vontade de aprender ! Parabéns a todos professores, alunos, obrigado Mãe.. por Tudo, e pelo incentivo eterno em meu coração.. Lourdes Nascimento, e ao meu Pai Benjamin Armellini e a D. Regina, atualmente diretora, pela dedicação e empenho nesta querida instituição! Com Roger Armellini, Luana Vicentini Armellini, Silvana Armellini, River Armellini e Regina Endrighi.

Reminiscências dos meus tempos de Rangel Pestana

Marcelo Henrique

Hoje, 18 de junho, sábado, minha querida escola, EE Rangel Pestana, em Amparo/SP, completa 119 anos de existência.

Mexe com minhas emoções este relato de minhas impressões dos tempos em que fui aluno na EE "Rangel Pestana", porque, sobretudo o começo, tudo me remete a uma época de muita privação. Tudo era difícil, inacessível... mas, em compensação, se ensinava e se aprendia de verdade, sem tapeação de ambas as partes, com empenho e lealdade.

Início de 1977. Revejo-me, aos sete anos, de jaleco branco (era o uniforme da escola!), com um caderno surrado, um toquinho de lápis e uma lancheira azul, sendo levado, pela mão, por minha mãe (na verdade, a avó Benedicta, que sempre chamei de mãe) até o Rangel para o meu primeiro dia de aula. E era o primeiro mesmo, já que, antes, eu não frequentara, como a maioria, o chamado "parquinho" ou "jardim da infância".

Ninguém me explicou que haveria o tal do recreio (intervalo). Quando saímos para o intervalo, vi o portão da escola aberto... e... vupt! Corri para a casa, na Rua Albino Alves, cujo casarão cedeu lugar a um imponente prédio de esquina. Fui reconduzido à escola (depois de alguns beliscões e safanões de minha assustada mãe/avó) para alívio do "seu" Vicente Ciletta, o servente, e da saudosa professora Carmen Sylvia de Assis (dona Carminha), minha primeira professora, ambos, agoniados, à minha procura.

A cartilha através da qual fui alfabetizado era o "Caminho Suave" (da educadora Branca Alves de Lima), em que pese meu caminho não haver sido nada suave... Mas com que encantamento fui juntando as primeiras letras, unindo-as como irmãos siameses, formando palavras e frases inteiras. Revejo-me ligando os pontos e descobrindo o rabo do cachorro aqui, memorizando o "g" do gato da menina Didi ali e o "z" do nome da cozinheira Zezé acolá, entre outros. Sem que o percebesse, aprendi a ler (era como se já soubesse antes, tanta a facilidade!). Passava horas inteiras mergulhado nos gibis e em outros livros infantis. E, rapidamente, as ilustrações foram perdendo espaço para os textos de livros mais alentados, descortinando-me um mundo de maravilhas, um mundo para o qual eu parecia haver nascido vocacionado: o da Literatura.

O nome dos primeiros colegas ficou neblinado pelo tempo, mas ainda me lembro do Alcides Eduardo Otte, meu parceiro de fila, e dos dois que ficavam à nossa frente: Alfeu Mosquetto Junior e Alexandre de Arruda Botelho Pinheiro... Havia, também, a Célia Antonelli, o Cláudio Bortolini, a Daniela Pagan (agora, Daniela Carlini), o Joaquim Sum (que, atualmente, reside nos Estados Unidos), o Marcelo Cássio de Souza (a quem eu chamava de "Mark Harris, o homem do fundo do mar", por causa de seus olhos claros), o Marcelo Cruz ("Beba"), o Marcelino Lúcio de Almeida, entre outros... Suponho que, devido à minha "fuga" no primeiro dia de aula, eu tenha sido colocado à frente na fila, ignorando-se a ordem alfabética, critério para a posição dos demais.

Não havia, ainda, a quadra anexa ao prédio escolar; o que havia era um morrão de terra vermelha propício para se sujar o uniforme. E como foi aproveitado aquele espaço para nossas brincadeiras!

Depois, viriam as outras professoras: dona Maria Clara Siqueira de Toledo Leme (2º ano), falecida em 11 de novembro de 2015, dona Doca - Maria Apparecida Tallone Politi (3º ano), falecida em 14 de outubro de 2003, dona Nelly Marques de Almeida Lari (4º ano), falecida em 21 de agosto de 2020, dona Valy Lourena Cerezer (4º ano), dona Luzia Catini Pozzebon (4º ano) e dona Cida - Maria Apparecida Alves da Silveira dos Santos Bernardino (4º ano) - explico ao leitor que, no quarto ano, fui um repetente contumaz (ah, bons tempos em que o aluno ainda repetia o ano escolar!) porque eu sempre acabava desistindo de frequentar a escola ou, então, "estourando" o limite de faltas. Nessa fase, eu era um "bicho solto" pelo mundo, e a estrutura educacional em si me aturdia; porém, mesmo nesse tempo de encontros e desencontros comigo mesmo, eu sempre fui excelente em Língua Portuguesa - modéstia à parte. Em caráter excepcional (quando juntavam salas), tive algumas aulas com a professora Maria Therezinha Ribeiro (que seria, também, minha professora de Catequese), mestra querida e alma de luz, falecida em 27 de fevereiro de 2016, a quem tributarei, sempre, todo o meu imperecível amor. E a minha saudade.

Alguns anos se passaram. A diretora, a esse tempo, era a professora Maria Izabel Bueno de Godoy, falecida em 14 de julho de 2017. Certo dia, no pátio, em plena disparada, trombei, literalmente, com uma senhora, quase derrubando-a. Ela me ergueu e me sacudiu, esbravejando, querendo, talvez, vingar-se do quase tombo: era a professora Orley Zucatto Mantovani Nóbrega de Assis, falecida em 1º de novembro de 2018, então supervisora de Ensino, que visitava a escola! Mundinho pequeno: décadas após, em 2007, eu reuniria, numa Noite de Autógrafos, entre meus convidados, minha primeira professora, a ex-diretora, a ex-supervisora de Ensino (todas já referidas) e o ex-delegado de Ensino, prof. Paulo Celso de Freitas, hoje um dos "imortais" da Academia Amparense de Letras (AAL).

Percebo que, hoje em dia, o aluno parece feito de porcelana: nada pode, tudo faz mal, tudo é nocivo. Levei puxões de orelha, puxões de cabelo (sim, eu tive cabelo um dia) e reguadas de dona Carminha Assis (embora, que fique bem claro, reprove esse "método educacional" de antigamente, hoje, felizmente, proibido), mas tive a felicidade de, publicamente, em 2007, durante o lançamento de um de meus livros, prestar homenagem àquela que me alfabetizou com rara competência. Desde cedo, conheci (como vítima e como agressor) o tal do "bullying", no meio escolar, quando nem existia, ainda, esse termo todo imponente para definir a truculência juvenil de cada dia. Não fiquei traumatizado por nada disso e, muito pelo contrário, guardo lembranças saborosas de uma infância e uma adolescência repletas de aventuras e desventuras em que até para "sair no tapa" no portão da escola (com o colega, bem entendido, jamais com o professor!) havia um certo código de honra. De drogas e de gravidez precoce, então, a gente nem ouvia falar.

Por fim, um novo ciclo: da quinta série em diante, uma multidão de professores. Alguns marcaram mais, outros marcaram menos, mas faço questão de registrar, em especial, o nome de duas professoras: professora Catarina Pacetta Fávero, minha primeira professora de Português, e professora Maria de Lourdes Matta Fakhouri - amada mestra que partiu para a Pátria do Eterno em 31 de maio de 1998, professora humaníssima que tanto me ensinou de Gramática e de Literatura, mas também acerca da vida, das virtudes e do amor ao próximo. Abençoada seja sempre a sua memória!

Passei praticamente toda a minha vida escolar na EE Rangel Pestana (inclusive o Colegial, hoje chamado de Ensino Médio) e, portanto, muito haveria que ser recordado. Mas é preciso parar... ou esta crônica, definitivamente, não terá fim.

Manifesto aqui, de alma e de coração, meus cumprimentos e minhas reiteradas homenagens pelo transcurso dos 119 anos de profícua existência à EE "Rangel Pestana" - verdadeira forja de gerações e gerações de cidadãos dignos e honrados -, cujo prédio, centenário, foi restaurado em 2011 (tendo sido entregue o restauro, oficialmente, em 18 de abril de 2014, com a presença do secretário de Estado da Educação), consignando meu particular carinho à Direção, aos professores e aos funcionários da EE "Rangel Pestana". Deixo, em especial, meu incentivo a que os alunos atuais dessa querida escola não deixem "a peteca cair". Que continuem honrando nossas mais altas tradições para orgulho de sua escola e de sua cidade

Memórias, História e Saudades

Escola recebe a visita de Ex-aluno Sr. Delegado Seccional de Polícia de Itapininga Marcelo Murat.

Homenagem a E.E. Rangel Pestana

Ex-aluno, o Ilustrissímo Educador Milton Rosa, PhD em Educação - Etnomodelagem, atual professor da UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto homenageia à E.E. Rangel Pestana pela comemoração dos 119 anos.

E. E. Rangel Pestana 119 anos.

A Ilustríssima Educadora Cleuza Albuquerque presta homenagem a E.E. Rangel Pestana que celebra dia 18 de junho 119 anos de tradição no ensino. Uma instituição reconhecida pelo seu valor histórico, cultural e arquitetônico.

 Professora Regina Estela Moretto Endrighi - Diretor Escolar da E.E. Rangel Pestana, foi eleita Imortal pela Academia Amparense de Letras (AAL).

A Academia Amparense de Letras (AAL) elegeu na noite de hoje, terça-feira, 21/12, cinco novos "imortais". Sob a presidência do acadêmico José Tadeu de Campos Nóbrega, a AAL realizou Assembleia Geral Extraordinária, em segunda chamada, às 19h30, para o preenchimento de cinco das seis cadeiras que estavam vagas na instituição.

Para a Cadeira 6 (patrono Jorge Pires de Godoy), que teve por fundador o acadêmico Amadeu Fontana Lindo (1914-1985) e segundo ocupante o acadêmico Antonio Carlos de Oliveira (1936-2021), foi eleita a professora Heloísa Helena Paiva de Luca.

Para a Cadeira 20 (patrono Carlos Affonso Lopes de Burgos), que teve por fundadora a acadêmica Eulalia Apparecida de Carvalho Spinelli (1928-2021), foi eleita a professora Regina Estela Moretto Endrighi.

Para a Cadeira 23 (patrono Moacyr Pereira), que teve por fundador o acadêmico Ildefonso de Paula Oliveira (1933-2021), foi eleito o professor Nelson Machado Filho.

Para a Cadeira 28 (patrono Nelson Alves de Godoy), que teve por fundador o acadêmico José Eduardo Pimentel de Godoy (1937-2020), foi eleito o advogado Guilherme Mantovani Coli.

Para a Cadeira 40 (patrono Pedro Paulo Pace), que teve por fundador o acadêmico Roberto Cesar Guardino Madureira e como segundo ocupante o acadêmico Amauri Canhos Alonso, foi eleito o promotor de Justiça e escritor André Luiz Bogado Cunha.

Todos os acadêmicos foram eleitos por unanimidade de votos dos presentes à Assembleia. Com a eleição desses cinco novos "imortais", resta vaga na AAL apenas a cadeira 34 (patrono Paranhos de Siqueira), de que era titular o acadêmico José Carlos de Souza, falecido na noite da última sexta-feira, 17/12.

A posse dos novos acadêmicos deverá acontecer em março de 2022.

Ainda no primeiro semestre de 2022, a AAL promoverá a aposição dos retratos de seis acadêmicos falecidos em sua "Galeria dos Imortais", na sede da entidade.


E.E. Rangel Pestana Celebra 119ANOS 

18 de junho de 2022

A EE. Rangel Pestana celebra dia 18 de junho 119 anos de tradição no ensino, sob a direção do Trio Gestor composto pela Diretora Escolar Regina Estela Moretto Endrighi, e os vices diretores Rosemberg Alvarenga e André Eduardo Forner. 

A equipe escolar, composta por duas professoras coordenadoras, 50 professores e 15 funcionários, garantindo o funcionamento administrativo e organizacional escolar, permite a instituição atender cerca de 700 estudantes em três modalidades de ensino, no edifício tombado pelo CONDEPHAAT em 2011 pelo seu valor histórico, cultural arquitetônico.

Fundada em 18 de junho de 1903 a instituição de ensino foi criada pelo Decreto de 24 de março de 1903 e teve seu funcionamento inicial em um prédio particular, na rua Duque de Caxias com a denominação de 2º Grupo Escolar de Amparo, permanecendo até a sua transferência para o prédio atual a Praça Meirelles Reis, 153 a 11 de junho de 1915.

O edifício tombado, foi projetado pelo Manoel Sabater e a construção realizada pela Companhia Mac Hard de Campinas - SP, em terreno doado ao Estado, pela Câmara Municipal de Amparo, tendo como Patrono o Dr. Francisco Rangel Pestana, jornalista e político. A Arquitetura do edifício de reconhecido valor cultural, histórico e arquitetônico, possui singularidades como pinturas de arabescos nas paredes, resgatadas parcialmente durante a restauração do prédio, telhas originalmente vindas de Marseille - França, durante a construção no período da Primeira República, um piano de reconhecido valor histórico-cultural originário da Alemanha, que data de 1907 e a peculiaridade de ter sido cenário para a gravação do Filme "O Escaravelho do Diabo". O filme foi lançado no dia 14 de abril de 2016, no Brasil, sobre a direção Carlo Milani, e o roteiro Melanie Dimantas e Ronaldo Santos, com a adaptação do livro "O Escaravelho do Diabo", de Lúcia Machado de Almeida.

Durante os anos de história a instituição se modificou acompanhando os avanços e necessidades da sociedade, mudanças essas que foram significativas para o país, principalmente no que diz respeito ao funcionamento e acesso à população brasileira ao ensino público e exerce com dedicação a sua função de garantir a aprendizagem de conhecimentos, habilidades e valores necessários à socialização dos seus estudantes, sendo acolhida amavelmente pela comunidade, atendendo com tradição diferentes famílias e suas gerações.

Entre os vários estudantes da E.E. Rangel Pestana estiveram personalidades como: matemáticos, pesquisadores, escritores, educadores, jornalistas, delegados de polícia, engenheiros, padres, dentistas,  médicos, psicólogas, arquitetos, musicistas, políticos, empresários entre outros.


NOTÍCIAS

Escolas Centenárias - Publicação FDE
16/06/2021

Publicação Jornal Tribuna das Águas
17/06/2021

DEPOIMENTOS

EU FAÇO PARTE DESSA HISTÓRIA!


Aniversário da EE Rangel Pestana
Kiyoko Akiyama
Ex Supervisora de Ensino
DE Mogi Mirim

Ter sido Supervisora de Ensino numa escola centenária, tradicional e tão querida pela comunidade amparense, foi um grande privilégio. Coincidentemente, também estudei em uma escola centenária, em São Paulo a EE de São Paulo,  que foi fundada em 1894. Para chegar na escola caminhava pela Avenida Rangel Pestana. É outra coincidência ! Lá cursei o ginásio e o colegial que, na época, chamava-se colegial clássico pois dava ênfase para os estudos das disciplinas como letras, filosofia, história, geografia. Lá, fui educada num ambiente com valores, respeito, disciplina e organização exemplares.
Ao trabalhar aqui na EE Rangel Pestana, pude sentir os mesmos valores, respeito e organização que moldaram minha formação. Pude sentir o papel que esta escola desempenhou e continua a desempenhar na formação de tantas personalidades que ajudam a construir a história desta cidade.
Depois de quarenta anos, hoje, moramos em São Paulo e somos muito gratos por tudo que Amparo nos proporcionou. Foi em Amparo que educamos nossos filhos, trabalhamos e conquistamos tantos amigos.
Neste momento de tantas lembranças e gratidão, quero homenagear a Profa. Marilice Longo Zanella Alves, grande gestora, carinhosa e competente. Minhas homenagens a ela se estendem a toda equipe da escola, com quem trabalhei na época.
Nesta mensagem também quero falar do futuro e e nele se insere a Profa. Regina Estela Moretto Endrighi, de cuja competência e liderança ninguém duvida. Sabemos que sob sua direção, ela continuará a honrar as tradições e a história desta escola.
Para terminar, também quero parabenizar toda equipe que hoje trabalha ao lado da Profa. Regina: vice diretor, supervisor de ensino, professor coordenador, professores, funcionários.
Obrigada 

Princesa Tata (ex-aluna): Atriz e Autora.

Sérgio Nardini (ex-aluno) - Artista Plástico 

Rodrigo Cappi: ex-aluno (1988 - 1995)

Radialista - Radio Cultura Municipal FM - Amparo 

  Parabéns E.E. Rangel Pestana!

  É dia de celebrar a história daquela que fez muitas vidas terem momentos tão especiais.

 Uma instituição reconhecida pelo seu valor histórico, cultural arquitetônico, a E.E. Rangel Pestana hoje completa 118 anos de intensa atuação em prol da educação, com mentores formando pessoas que em sua sabedoria e honestidade podem agir solidariamente e contribuir para a melhoria de nossa sociedade.

 Local onde as mais belas amizades foram formadas, pessoas estudaram e construíram a sua história. Tantos diretores, vice-diretores, dirigentes de ensino, supervisores, PCNPs, coordenadores, professores e demais funcionários, dedicaram e se empenharam para realizar com carinho seu trabalho, criando laços e um ambiente de respeito e carinho.

 Lindas memórias e momentos inesquecíveis foram e serão vivenciados e mesmo que um dia todos seguimos nossos caminhos, por onde quer que estejamos ela sempre estará em nossos pensamentos e em nossos corações.

 É com muito orgulho que hoje faço parte dessa história! E com muita honra e carinho que presto essa singela homenagem e parabenizo a instituição e a todos que fazem parte de sua história.

Sheila G. Gasparini 

Sheila Giselle Gasparini 

Professora Coordenadora - E.E. Rangel Pestana

Renata Tavella (ex-aluna) - Arquiteta 



Paulo Turato Miotta (ex-aluno)

Prefeito de Amparo - 2009 a 2012

Secretário de Cultura e Planejamento de Amparo - 2001 a 2008

Nesta data em que se comemoram seus 118 anos, saudamos a Escola Estadual "Rangel Pestana", uma instituição de ensino que vem formando gerações de amparenses com insuperável competência!

Rosemary Barbosa

Supervisora de Ensino - DER Mogi Mirim

Marcelo Henrique (ex-aluno) - Poeta e Escritor


Marcelo Henrique declama "A alvorada do Amor" - Olavo Bilac

Maria Aparecida de Oliveira Antonelli - Funcionária

 Há 38 anos fazendo parte dessa história!

 Meu nome é Maria Aparecida de Oliveira Antonelli.

 Trabalho na E.E. Rangel Pestana desde de 1982, com a direção de Maria IzabeL Bueno de Godoy. Um período em que a escola teve Ensino Fundamental - Anos Iniciais e era nomeada como "Grupo Escolar Rangel Pestana".

 Neste espaço de tempo, eu trabalhei metade da minha vida nesta instituição, estudei, e tenho quatro filhas. Todas estudaram nesta escola.

 Um dos fatos que mais me marcou foi a entrada do Poeta Marcelo Henrique no 1º ano, me lembro bem dele, e me emociono ao vê-lo declamando os seus poemas e falando de sua trajetória na escola.

 E hoje, em final de carreira trabalhando com a atual Diretora Regina Endrighi, diante de tantos acontecimentos que eu vivenciei, só tenho a agradecer à essa escola que é tão querida no meu coração e parabenizá-la, pelos 118 anos. 

Dra. Liliane Baroni Ribeiro (ex-aluna) - Médica

 Parabéns escola Rangel Pestana pelos seus 118 anos de existência. Durante 26 anos fui diretora efetiva desta Unidade   Escolar a qual costumava chamar de família Rangel Pestana.   Como uma família trabalhamos com carinho, dedicação e responsabilidade. Todos os funcionários, professores, diretores e coordenadores pedagógicos contribuíram pelo sucesso e realização. Contamos com a comunidade na nossa APM e com nossa Fanfarra que nos proporcionou muito orgulho, levando o nome da nossa Escola e munícipes para outras cidades.

 Me aposentei em 2018 e levo comigo a certeza que combati o bom combate.

 Hoje trago na memória a lembrança dos bons amigos e companheiros que lá conheci.

 Agradeço a Deus por ter conseguido cumprir a missão que ele me entregou.

 Parabéns a Escola querida e saudades da Família Rangel Pestana.

 Deus proteja hoje e sempre todos que por ela dedicaram parte de suas vidas e aos que ainda ali trabalham

Marilice Longo Zanella Alves  -  Ex-diretora

Maria da Penha de La Corte (ex- gestora e ex-aluna)  e Georges Kassouf Filho (aluno).

Gerações fazendo parte dessa história!

Reminiscências dos meus tempos de Rangel Pestana

✨ Marcelo Henrique

✍🏾 Hoje, 18 de junho, sexta-feira, minha querida escola, EE Rangel Pestana, em Amparo/SP, completa 118 anos de existência.

Mexe com minhas emoções este relato de minhas impressões dos tempos em que fui aluno na EE "Rangel Pestana", porque, sobretudo o começo, tudo me remete a uma época de muita privação. Tudo era difícil, inacessível... mas, em compensação, se ensinava e se aprendia de verdade, sem tapeação de ambas as partes, com empenho e lealdade.

Início de 1977. Revejo-me, aos sete anos, de jaleco branco (era o uniforme da escola!), com um caderno surrado, um toquinho de lápis e uma lancheira azul, sendo levado, pela mão, por minha mãe (na verdade, a avó Benedicta, que sempre chamei de mãe) até o Rangel para o meu primeiro dia de aula. E era o primeiro mesmo, já que, antes, eu não frequentara, como a maioria, o chamado "parquinho" ou "jardim da infância".

Ninguém me explicou que haveria o tal do recreio (intervalo). Quando saímos para o intervalo, vi o portão da escola aberto... e... vupt! Corri para a casa, na Rua Albino Alves, cujo casarão cedeu lugar a um imponente prédio de esquina. Fui reconduzido à escola (depois de alguns beliscões e safanões de minha assustada mãe/avó) para alívio do "seu" Vicente Ciletta, o servente, e da saudosa professora Carmen Sylvia de Assis (dona Carminha), minha primeira professora, ambos, agoniados, à minha procura.

A cartilha através da qual fui alfabetizado era o "Caminho Suave" (da educadora Branca Alves de Lima), em que pese meu caminho não haver sido nada suave... Mas com que encantamento fui juntando as primeiras letras, unindo-as como irmãos siameses, formando palavras e frases inteiras. Revejo-me ligando os pontos e descobrindo o rabo do cachorro aqui, memorizando o "g" do gato da menina Didi ali e o "z" do nome da cozinheira Zezé acolá, entre outros. Sem que o percebesse, aprendi a ler (era como se já soubesse antes, tanta a facilidade!). Passava horas inteiras mergulhado nos gibis e em outros livros infantis. E, rapidamente, as ilustrações foram perdendo espaço para os textos de livros mais alentados, descortinando-me um mundo de maravilhas, um mundo para o qual eu parecia haver nascido vocacionado: o da Literatura.

O nome dos primeiros colegas ficou neblinado pelo tempo, mas ainda me lembro do Alcides Eduardo Otte, meu parceiro de fila, e dos dois que ficavam à nossa frente: Alfeu Mosquetto Junior e Alexandre de Arruda Botelho Pinheiro... Havia, também, a Célia Antonelli, o Cláudio Bortolini, a Daniela Pagan (agora, Daniela Carlini), o Joaquim Sum (que, atualmente, reside nos Estados Unidos), o Marcelo Cássio de Souza (a quem eu chamava de "Mark Harris, o homem do fundo do mar", por causa de seus olhos claros), o Marcelo Cruz ("Beba"), o Marcelino Lúcio de Almeida, entre outros... Suponho que, devido à minha "fuga" no primeiro dia de aula, eu tenha sido colocado à frente na fila, ignorando-se a ordem alfabética, critério para a posição dos demais.

Não havia, ainda, a quadra anexa ao prédio escolar; o que havia era um morrão de terra vermelha propício para se sujar o uniforme. E como foi aproveitado aquele espaço para nossas brincadeiras!

Depois, viriam as outras professoras: dona Maria Clara Siqueira de Toledo Leme (2º ano), falecida em 11 de novembro de 2015, dona Doca - Maria Apparecida Tallone Politi (3º ano), falecida 14 de outubro de 2003, dona Nelly Marques de Almeida Lari (4º ano), falecida em 21 de agosto de 2020, dona Valy Lourena Cerezer (4º ano), dona Luzia Catini Pozzebon (4º ano) e dona Cida - Maria Apparecida Alves da Silveira dos Santos Bernardino (4º ano) - explico ao leitor que, no quarto ano, fui um repetente contumaz (ah, bons tempos em que o aluno ainda repetia o ano escolar!) porque eu sempre acabava desistindo de frequentar a escola ou, então, "estourando" o limite de faltas. Nessa fase, eu era um "bicho solto" pelo mundo, e a estrutura educacional em si me aturdia; porém, mesmo nesse tempo de encontros e desencontros comigo mesmo, eu sempre fui excelente em Língua Portuguesa - modéstia à parte. Em caráter excepcional (quando juntavam salas), tive algumas aulas com a professora Maria Therezinha Ribeiro (que seria, também, minha professora de Catequese), mestra querida e alma de luz, falecida em 27 de fevereiro de 2016, a quem tributarei, sempre, todo o meu imperecível amor. E a minha saudade.

Alguns anos se passaram. A diretora, a esse tempo, era a professora Maria Izabel Bueno de Godoy, falecida em 14 de julho de 2017. Certo dia, no pátio, em plena disparada, trombei, literalmente, com uma senhora, quase derrubando-a. Ela me ergueu e me sacudiu, esbravejando, querendo, talvez, vingar-se do quase tombo: era a professora Orley Zucatto Mantovani Nóbrega de Assis, falecida em 1º de novembro de 2018, então supervisora de Ensino, que visitava a escola! Mundinho pequeno: décadas após, em 2007, eu reuniria, numa Noite de Autógrafos, entre meus convidados, minha primeira professora, a ex-diretora, a ex-supervisora de Ensino (todas já referidas) e o ex-delegado de Ensino, prof. Paulo Celso de Freitas, hoje um dos "imortais" da Academia Amparense de Letras (AAL).

Percebo que, hoje em dia, o aluno parece feito de porcelana: nada pode, tudo faz mal, tudo é nocivo. Levei puxões de orelha, puxões de cabelo (sim, eu tive cabelo um dia) e reguadas de dona Carminha Assis (embora, que fique bem claro, reprove esse "método educacional" de antigamente, hoje, felizmente, proibido), mas tive a felicidade de, publicamente, em 2007, durante o lançamento de um de meus livros, prestar homenagem àquela que me alfabetizou com rara competência. Desde cedo, conheci (como vítima e como agressor) o tal do "bullying", no meio escolar, quando nem existia, ainda, esse termo todo imponente para definir a truculência juvenil de cada dia. Não fiquei traumatizado por nada disso e, muito pelo contrário, guardo lembranças saborosas de uma infância e uma adolescência repletas de aventuras e desventuras em que até para "sair no tapa" no portão da escola (com o colega, bem entendido, jamais com o professor!) havia um certo código de honra. De drogas e de gravidez precoce, então, a gente nem ouvia falar.

Por fim, um novo ciclo: da quinta série em diante, uma multidão de professores. Alguns marcaram mais, outros marcaram menos, mas faço questão de registrar, em especial, o nome de duas professoras: professora Catarina Pacetta Fávero, minha primeira professora de Português, e professora Maria de Lourdes Matta Fakhouri - amada mestra que partiu para a Pátria do Eterno em 31 de maio de 1998, professora humaníssima que tanto me ensinou de Gramática e de Literatura, mas também acerca da vida, das virtudes e do amor ao próximo. Abençoada seja sempre a sua memória!

Passei praticamente toda a minha vida escolar na EE Rangel Pestana (inclusive o Colegial, hoje chamado de Ensino Médio) e, portanto, muito haveria que ser recordado. Mas é preciso parar... ou esta crônica, definitivamente, não terá fim.

Manifesto aqui, de alma e de coração, meus cumprimentos e minhas reiteradas homenagens pelo transcurso dos 118 anos de profícua existência à EE "Rangel Pestana" - verdadeira forja de gerações e gerações de cidadãos dignos e honrados -, cujo prédio, centenário, foi restaurado em 2011 (tendo sido entregue o restauro, oficialmente, em 18 de abril de 2014, com a presença do secretário de Estado da Educação), consignando meu particular carinho à Direção, aos professores e aos funcionários da EE "Rangel Pestana". Deixo, em especial, meu incentivo a que os alunos atuais dessa querida escola não deixem "a peteca cair". Que continuem honrando nossas mais altas tradições para orgulho de sua escola e de sua cidade.

E.E. "RANGEL PESTANA"

PATRIMÔNIO CULTURAL, HISTÓRICO E ARQUITETÔNICO.

Resgatando uma história perdida com o tempo


Através de minhas leituras, descobri um fato curioso, no que diz respeito a EE Rangel Pestana. Achei o assunto muito interessante e resolvi compartilhar.

Clemente Quaglio nasceu em 7 de junho de 1872, em Villa d'Adige, província de Rovigo, Itália, e faleceu em 16 de maio 1948, em São Paulo, Brasil. Ao chegar ao nosso país, em 1888, fixou-se na cidade de Serra Negra, SP; em 1891, aceitou a grande naturalização instituída pelo Governo Provisório da República, liderado por Deodoro da Fonseca.

De formação autodidata, Clemente Quaglio, após exames de ingresso no magistério, assume uma escola isolada, em Serra Negra, em 1895; logo é nomeado adjunto no Grupo Escolar "Luiz Leite", por fim, ingressa no Grupo Escolar "Rangel Pestana", em Amparo, Estado de São Paulo.

Em 1909, organizou um Laboratório de Psicologia Experimental em Amparo (São Paulo), sede de algumas pesquisas com alunos do Grupo Escolar Rangel Pestana e publicadas na Revista de Ensino, mesmo antes do Serviço de Inspeção Escolar do Estado de São Paulo, começasse a seleção dos anormais ne rede regular de ensino.

Em publicação de 1910, agora de caráter oficial do governo, Clemente Quaglio apresentará ao professorado um texto que, certamente, é um marco na história da psicologia de São Paulo, e o primeiro passo na direção do Laboratório de Pedagogia Científica: "Gabinetes de antropologia pedagógica e psicologia experimental", inovador por ter sido escrito por um autor local. No texto, os instrumentos e aparelhos de laboratórios de psicologia experimental, e de antropologia pedagógica, são apresentados e descritos como ferramental para exame de funções psicofisiológicas, muitas vezes com descrição prática de seus empregos, e explicitados de forma a demonstrar que poderiam ser de utilidade para que os pedagogistas pudessem conhecer a natureza humana, "conditio sine qua non de todo o bom sistema pedagógico e de qualquer eficaz sistema educativo" (Quaglio, 1910, p.162). Ali estavam a receita e os ingredientes para o acesso ao conhecimento das diferenças individuais e das fases de desenvolvimento dos educando: ergógrafo, miocinesioscópio "Pizzoli", cardiógrafo, pneumógrafo, pletismógrafo, neurodinamógrafo, osmoscópio, osmômetro, martelo de Politzer, assobio de Galton, tábuas de Snellen, mental tests, e a escala métrica da inteligência de Binet-Simon. Ao professor estava dada a condição de encontrar seu espaço no mundo dos saberes científicos, por intermédio do conhecimento da natureza humana das crianças. Como o termo antropologia pedagógica é apenas uma força de expressão, o que havia era aparelhos e instrumentos de laboratórios de antropologia e de psicologia, a serem utilizados para isolar e quantificar fenômenos psíquicos e antropológicos, com vistas aos interesses educacionais. Ao final, a proposta da instituição de uma folha biográfica, para que o professor pudesse "facilmente continuar o trabalho educativo"

Quaglio mostrou-se parceiro na crença de que os anormais, essas "vítimas irresponsáveis de uma fatalidade injusta, são indivíduos perigosos, porque, incapazes de qualquer trabalho honrado, viverão a expensas da coletividade ou se insurgirão contra ela".

Enquanto solução para esse problema, que denominou pedagógico-social da educação, propôs a criação de asilos-escola com o respectivo gabinete de antropologia pedagógica e psicologia experimental, e a organização de um curso anexo às escolas normais, para a preparação de professores ao ensino especial dos anormais psíquicos "verdadeiros".

Ao dizer que o anormal psíquico verdadeiro era assunto de asilo-escola, Quaglio legitima a figura do médico escolar, que acabava de ser oficializado. Ao dizer da necessidade de preparação do professor para o ensino especial dos anormais psíquicos verdadeiros, prenuncia a figura do psicólogo.

Em 1912, Quaglio foi convidado pelo governo de São Paulo para estabelecer o Gabinete de Psicologia Experimental, anexo à Escola Normal da Praça da República, e realizou pesquisa em duas escolas públicas da capital, aplicando a escala métrica de inteligência de Binet e Simon.

Desde a abertura da Classe Especial ,na EE Rangel Pestana, meados da década de 1960, a escola realiza um trabalho de inclusão.

Hoje, conforme a Resolução SE 68, de 12-12-2017, é ofertado, no contraturno, em Salas de Recursos , atendimentos aos alunos com Deficiência Auditiva, Deficiência Intelectual e com Transtornos do Espectro Autista (TEA), regidas por professores especializados nas áreas. Para que haja uma participação e aprendizado no que é proposto, cada aluno tem um tipo de recurso utilizado e um Plano de Atendimento Induvidual.

Há também o professor -tutor (ação judicial), que auxilia alunos do público alvo da Educação Especial, no ensino regular. Todos os professores trabalham em parcerias e têm competências para identificar as especificidades educacionais e implementar estratégias de flexibilização , procedimento didático pedagógico e práticas alternativas, adaptações curriculares adequadas ao atendimento das mesmas, valorizando a educação inclusiva.

Maria Fátima Baldasso Ramos - Professora Especialista DA/DI

Cenário do Filme " O Escaravelho do Diabo" 

Direção: Carlo Milani, Distribuição: Paris Filmes/Downtown e Estreia: 14 de abril 2016

O filme "O Escaravelho do Diabo", que envolve uma trama de mistérios e assassinatos, entre o policial e o horror. O filme é baseado no romance de Lúcia Machado de Carvalho, originalmente publicado como folhetim na revista "Cruzeiro" em 1956 e republicado na série Vaga-Lume, da editora Ática, nos anos 1970, quando se tornou um best-seller. A história acompanha Alberto (Thiago Rosseti), um garoto de 13 anos, que após descobrir seu irmão assassinado, embrenha-se numa investigação ao lado do delegado Pimentel (Marcos Caruso).


E.E. Rangel Pestana - Praça Meireles Reis, 153 - Centro, Amparo CEP 13900-376
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